Tira-dúvidas: conheça serviços para armazenar arquivos na ‘nuvem’

Serviços como Dropbox e iCloud oferecem contas gratuitas.

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Header Tira-Dúvidas Tecnologia Ronaldo Prass VALE ESTE (Foto: Editoria de Arte/G1)

O SugarSync é um serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos na nuvem (Foto: Reprodução)O SugarSync é um serviço de armazenamento
e compartilhamento de arquivos na nuvem
(Foto: Reprodução)

Existem dezenas de serviços on-line que oferecem armazenamento de arquivos na chamada “nuvem” da internet.

Contar com esse tipo de serviço tem se mostrando uma estratégia eficiente para os usuários que possuem um computador, tablet ou smartphone. Isso porque armazenando os arquivos na nuvem, eles ficam disponíveis a qualquer momento quando conectados à internet.

Além de confiáveis, as ferramentas acabam se tornando alternativas mais eficientes de armazenamento do que discos externos e pen drives. Dependendo do serviço assinado, é possível contar com o streaming de arquivos multimídias, aplicativos para acessar os arquivos em dispositivos móveis, limite de tamanho individual de arquivos e taxa de velocidade de upload.

Para demonstrar as principais diferenças entre os serviços de armazenamento em nuvem, a coluna Tira-dúvidas preparou um guia com os serviços mais populares, para que o leitor possa escolher qual serviço atende melhor sua necessidade.

Com o SugarSync o usuário pode armazenar gratuitamente até 5 GB de conteúdo usando o serviço (Foto: Reprodução)Com o SugarSync, o usuário pode armazenar
gratuitamente até 5 GB de conteúdo usando
o serviço (Foto: Reprodução)

SugarSync
O SugarSync é um serviço de armazenamento de arquivos em nuvem que oferece gratuitamente um disco virtual de 5 GB de capacidade. Nesse disco, é possível armazenar cópias de segurança, imagens, vídeos, músicas em MP3, além de poder acessá-lo simultaneamente por múltiplos dispositivos.

O serviço oferece aplicativos para o gerenciamento dos arquivos nos sistemas operacionais Windows XP/Vista/7, Mac OS X, e para os dispositivos móveis iPhone, iPad, BlackBerry, Android, Windows Mobile e Symbian.

Além da interface web compatível com os principais navegadores de internet, também é possível contratar planos com maior capacidade de armazenamento. O SugarSync oferece recursos que permitem ao usuário fazer streaming dos arquivos de músicas, além de sincronizar e-mails do Outlook. Para usar o serviço basta criar uma conta no site do SugarSync.

Dropbox (Foto: Reprodução)Dropbox é um dos serviços de armazenamento
mais popular do mercado (Foto: Reprodução)

Dropbox
O Dropbox é outro serviço de compartilhamento muito popular, com recursos semelhantes ao SugarSync. É possível armazenar e compartilhar na nuvem todo o tipo de arquivo. Os usuários que optarem pela conta gratuita terão acesso a um disco virtual de 2GB de espaço. A capacidade de armazenamento pode ser ampliada gratuitamente quando o usuário envia convites aos seus contatos, para que eles também se inscrevam no Dropbox.

Para cada convite aceito, são liberados 250 MB de bônus, com um limite de até 8 GB. E se mesmo assim o espaço não for suficiente, é possível contratar mais memória pagando uma anuidade. Se comparado ao SugarSync, o Dropbox fica devendo em recursos como o de streaming de multimídia, automação de backups e edição de arquivos no próprio navegador. Porém, possui aplicativo para Linux. Já o SugarSync oferece apenas a opção para os sistemas operacionais Windows e Mac OS X.

Nos dispositivos móveis, estão disponíveis aplicativos para iPhone, iPad, Android e BlackBerry. Para contar com um disco virtual do Dropbox, basta criar uma conta no site do serviço.

A Amazon também oferece um serviço para o armazenamento de arquivos na nuvem (Foto: Reprodução)A Amazon também oferece um serviço de
armazenamento na nuvem (Foto: Reprodução)

Amazon Cloud Drive
A Amazon oferece um serviço de armazenamento na nuvem com capacidade de até 5 GB gratuitamente. Nesse serviço, além de armazenar os arquivos pessoais, os usuários podem guardar e organizar todas as músicas adquiridas na loja da Amazon.

A interface de acesso aos arquivos fica no próprio navegador de internet. Os usuários de iOS e Android contam com um aplicativo chamado Amazon Cloud Player, que permite acessar o conteúdo musical e criar listas de músicas. Caso o usuário precise de mais espaço, basta optar por uma assinatura anual de até 1TB de capacidade de armazenamento. Para acessar o serviço é preciso criar um conta no site da Amazon.

O iCloud é o serviço de armazenamento e compartilhamento de arquivos e aplicativos da Apple (Foto: Reprodução)iCloud é o serviço de compartilhamento
de arquivos e aplicativos da Apple
(Foto: Reprodução)

iCloud
O iCloud é o serviço de armazenamento na nuvem disponível para usuários de produtos da Apple. Nele, são armazenadas fotos, aplicativos da App Store, livros e outros.

Ele possui total integração com iPhone, iPad, iPod touch, Mac e PC. São 5 GB disponíveis gratuitamente para o armazenamento de conteúdo. No serviço também ficam guardados os e-mails, contatos e compromissos do calendário.

Desde que habilitado, o usuário não precisa se preocupar com a sincronização dos dados, pois todo o processo é executado automaticamente nos dispositivos que tiverem acesso ao serviço. Se faltar espaço, também é possível assinar um plano de ampliação da capacidade de armazenamento.

O serviço oferece integração com programas de edição de arquivos, como Pages, KeyNote e Numbers. Outro recurso muito útil é o de streaming de imagens. Por meio desse recurso, todas as imagens capturadas são disponibilizadas automaticamente nos equipamentos que estiverem conectados ao iCloud.

O Ubuntu One é o serviço de armazenamento de arquivos disponibilizado pela empresa desenvolvedora do Ubuntu Linux (Foto: Reprodução)Ubuntu One é o serviço de armazenamento
de arquivos da empresa do Ubuntu Linux
(Foto: Reprodução)

Ubuntu One
O Ubuntu One é um serviço de armazenamento de arquivos na nuvem oferecido pela empresa criadora da distribuição Linux Ubuntu. Nesse serviço, os usuários contam gratuitamente com um disco virtual de 5 GB para armazenarem os arquivos.

A sincronização dos arquivos pode ser feita pelo recurso nativo do Ubuntu, mas usuários do sistema operacional Windows também podem sincronizar os seus arquivos por meio do aplicativo do Ubuntu One criado para a plataforma.

Os usuários do sistema Android também contam com um aplicativo para smartphones e tablets. Para os donos de iPhone e iPad foi desenvolvido um aplicativo destinado apenas para o serviço Ubuntu One Music, que é um serviço adicional. Além dos aplicativos mencionados acima, também é possível acessar os arquivos no próprio site do Ubuntu One.

O SkyDrive é o serviço de armazenamento de arquivo integrado com o Microsoft Windows Live (Foto: Reprodução)SkyDrive é o serviço de armazenamento de
arquivo integrado ao Microsoft Windows Live
(Foto: Reprodução)

Windows Live SkyDrive
A Microsoft também oferece um serviço de armazenamento na nuvem, o SkyDrive. Para ter acesso ao serviço é preciso ter uma conta ativa no Windows Live Messenger. Automaticamente, o usuário terá disponível 25 GB para armazenar arquivos. A interface do serviço fica no próprio site do SkyDrive. Também é possível editar arquivos do Office na ferramenta.

Além disso, os usuários podem instalar oWindows Live Mesh no Windows e oWindows Live Sync para Mac OS X para sincronizar e acessar os arquivos no SkyDrive. Para dispositivos móveis Android, existe um aplicativo gratuito chamado sorami-skydrive, mas vale salientar que o aplicativo ainda se encontra na fase de testes.

Existem outros serviços na internet que também oferecem funcionalidades semelhantes aos apresentados acima. Nesta coluna, foram mostradas as ferramentas mais conhecidas e que oferecem opções gratuitas.

Fonte: G1

Categorias:Curiosidades, Novidades

Chega de SPAM

 

Saiba como trocar a ‘porta’ do seu e-mail para bloquear o envio de spam

Acordo brasileiro deve bloquear o uso da porta 25 para reduzir spam.
Quem usa Outlook, Windows Mail e Thunderbird deve ficar atento.

O acordo “Gerência da Porta 25” foi firmado entre provedores para reduzir o número de mensagens indesejadas que são enviadas a partir da rede brasileira.

Os provedores irão reservar a chamada “porta 25” somente para comunicação entre os servidores de e-mail. Hoje, os próprios clientes podem usar essa porta – o que permite que um vírus mande mensagens diretamente para outros usuários, sem que o provedor possa rastreá-las. Com a medida, cada mensagem deve passar pelo servidor de e-mail do provedor, permitindo um maior controle e tornando muitos vírus inoperantes.

Por outro lado, quem não usa serviços de webmail e recebe as mensagens eletrônicas em softwares como Microsoft Office Outlook, Windows Mail, Thunderbird ou Outlook Express precisará modificar a configuração do programa para que seja compatível com a nova regra.

Cuidado: se o seu provedor ainda não adotou a nova porta de comunicação, a configuração não irá funcionar. Os provedores devem adotar a porta 587 ou a 465. Você pode tentar usar as duas configurações. Se nenhuma funcionar, entre em contato com o suporte técnico do seu provedor.

Nota geral: o provedor pode ter adotado junto à mudança da configuração de conexão segura (identificadas pelas siglas SSL e TLS). Alguns programas oferecem a opção de “detecção automática” dessa configuração. Mesmo que ela não funcione, você pode tentar uma configuração diferente até que a conexão aconteça com sucesso.

Usuários de Gmail: não é necessária nenhuma mudança, porque o Gmail não usa a porta 25.

Thunderbird
Clique em Ferramentas > Configurar contas.

Primeiro passo na configuração do cliente cliente de e-mail da Mozilla (Foto: Reprodução)Primeiro passo na configuração do cliente cliente de e-mail da Mozilla (Foto: Reprodução)

Na parte inferior do menu à esquerda, clique em “Servidor de envio (SMTP)”. Selecione o servidor e clique em Editar.

Configuração de servidores de envio (SMTP) do Thunderbird (Foto: Reprodução)Configuração de servidores de envio (SMTP) do Thunderbird (Foto: Reprodução)

Altere o número da porta. Certifique-se de que o “Modo de autenticação” está correto (os provedores não devem autorizar mensagens com a configuração “Sem autenticação”).

Ajuste as configurações de porta, autenticação e segurança nesta tela (Foto: Reprodução)Ajuste as configurações de porta, autenticação e segurança nesta tela (Foto: Reprodução)

Outlook Express e Windows Mail
No Outlook Express: clique em Ferramentas > Contas. Selecione a conta de e-mail em clique em “Propriedades”.

As configurações do Outlook Express e do Windows Mail são semelhantes. No Outlook Express, comece por este menu (Foto: Reprodução)As configurações do Outlook Express e do Windows Mail são semelhantes. No Outlook Express, comece por este menu (Foto: Reprodução)
Escolhe sua conta de e-mail e clique em Propriedades (Foto: Reprodução)Escolhe sua conta de e-mail e clique em Propriedades (Foto: Reprodução)

No Windows Mail: clique com o botão direito na sua conta de e-mail e clique em “Propriedades”.

No Windows Mail, clique com o botão direito na conta a ser modificada e selecione Propriedades (Foto: Reprodução)No Windows Mail, clique com o botão direito na conta a ser modificada e selecione Propriedades (Foto: Reprodução)

Deste ponto em diante, o procedimento é o mesmo para os dois programas. Clique em na aba “Avançado” e altere o número da porta, que deve estar em 25, para a 587 ou 465, conforme o que for usado pelo seu provedor.

A janela exibida pelo Windows Mail e pelo Outlook Express é idêntica depois disso. Vá até a aba Avançado e verifique a configuração da porta (Foto: Reprodução)A janela exibida pelo Windows Mail e pelo Outlook Express é idêntica depois disso. Vá até a aba Avançado e verifique a configuração da porta (Foto: Reprodução)

Cuidado para não alterar o número da porta POP3 ou IMAP, que não foram modificadas pelo acordo.

Microsoft Office Outlook
Se a versão for a 2010, clique em Arquivo e depois em “Configuração de Conta”.

Na versão 2007 ou anteriores, clique em “Ferramentas > Configurações de Conta”.

No Outlook 2010, acesse o menu Arquivo e então Configurações da conta (Foto: Reprodução)No Outlook 2010, acesse o menu Arquivo e então Configurações da conta (Foto: Reprodução)
No Outlook 2007, clique em Ferramentas e Configurações da conta (Foto: Reprodução)No Outlook 2007, clique em Ferramentas e Configurações da conta (Foto: Reprodução)

A partir desse ponto, a configuração é igual independentemente da versão.

Clique na conta que você deseja modificar e clique em Alterar.

Esta tela é idêntica para as versões do Outlook. Selecione a conta e clique em Alterar. Na tela que segue, clique em Mais configurações (Foto: Reprodução)Esta tela é idêntica para as versões do Outlook. Selecione a conta e clique em Alterar. Na tela que segue, clique em Mais configurações (Foto: Reprodução)

Na tela que segue, clique em Mais configurações. Na aba “Avançado”, modifique a porta de saída (SMTP), que deve estar em 25 para 465 ou 587, conforme o padrão adotado pelo seu provedor.

Verifique a porta SMTP. Cuidado para não alterar a porta IMAP ou POP3, que fica logo acima. No exemplo, a porta SMTP já foi trocada para 465 (Foto: Reprodução)Verifique a porta SMTP. Cuidado para não alterar a porta IMAP ou POP3,
que fica logo acima. No exemplo, a porta SMTP já foi trocada para 465
(Foto: Reprodução)
Spam echamento porta 25 (Foto: Arte G1)
Categorias:Curiosidades, Windows

Bill Gates afirma que rivalidade com Steve Jobs foi positiva

Criador da Microsoft fala sobre relação com cofundador da Apple e diz que respeita Jobs. Foto: Getty Images

Criador da Microsoft fala sobre relação com cofundador da Apple e diz que respeita Jobs
Foto: Getty Images

O fundador da Microsoft, Bill Gates, rebateu com calma algumas críticas do falecido cofundador da Apple, Steve Jobs, em uma entrevista ao canal ABC, na qual afirmou que a rivalidade profissional foi algo positivo. Gates, que competiu durante muitos anos com o ex-CEO da marca da Maçã, foi questionado sobre uma biografia autorizada de Jobs, escrita por Walter Isaacson, que retrata Gates como alguém pouco inspirado.

“Jobs basicamente disse que você não tinha imaginação, nunca havia inventado nada e roubou descaradamente ideias de outras pessoas. Isto é algo bastante duro. Qual sua resposta a isto?”, perguntou um jornalista a Gates. “Bem, Steve e eu trabalhamos juntos, você sabe… na criação do Mac. Havia mais pessoas nisso, que tornaram o software chave para isso”, explicou o criador da Microsoft. “Assim ao longo dos 30 anos que trabalhamos juntos, ele disse um monte de coisas muito bonitas sobre mim e disse muitas coisas duras”, continuou.

“Ele enfrentou várias vezes, na Apple, o fato de que seus produtos tinham preços tão altos que literalmente não podiam permanecer no mercado. Então o fato de que nós tivéssemos êxito com produtos – de grande volume, oferecendo uma gama de preços devido à forma como trabalhamos com várias empresas -, era difícil”, opinou Gates. “Em diversos momentos, ele Jobs se sentia acossado, sentia que era bom e que os outros eram os maus. Muito compreensível”, acrescentou.

“Eu respeito Steve, trabalhamos juntos, nos estimulamos mutuamente, inclusive como competidores. Nada disto me irrita em absoluto”, concluiu Gates. Jobs morreu no início de outubro aos 56 anos após uma longa batalha contra o câncer de pâncreas.

Fonte: Terra Tecnologia

Novos vírus para celulares cresceram 46% em 2010, diz McAfee

Usuário mexe em iPhone, da Apple (Foto: Brendan McDermid/Reuters)As ameaças a celulares cresceram muito em 2010, já que a proliferação de aparelhos móveis como smartphones e tablets oferece novas oportunidades a hackers, afirma a produtora de software McAfee.

Em relatório sobre as ameaças no 4º trimestre, divulgado nesta terça-feira (8), a McAfee informou que os novos malware para celulares identificados pela empresa em 2010 subiram 46% ante o total de 2009.

“À medida que mais usuários ganham acesso à internet por meio de um conjunto cada vez mais extenso de aparelhos – computadores, tablets, smartphones ou TVs conectadas –, as ameaças on-line continuarão a crescer em tamanho e sofisticação”, afirmou a companhia.

Adobe como alvo
A McAfee, que está sendo adquirida pela Intel por US$ 7,68 bilhões, prevê que a Adobe continuará a ser um dos alvos preferenciais de hackers em 2011, depois de ultrapassar a Microsoft em termos de popularidade, em 2010.

A empresa atribuiu a tendência à popularidade crescente da Adobe em aparelhos móveis e ambientes em que o software da Microsoft não é utilizado, aliada ao uso cada vez maior de arquivos em formato PDF para a distribuição de malware.

A McAfee afirmou que o Android se tornou alvo de um cavalo de Troia que se oculta em aplicativos e jogos. No 4º trimestre de 2010, o sistema operacional do Google ultrapassou em popularidade o sistema Symbian, da Nokia, entre smartphones.

E os ataques a computadores por motivos políticos cresceram, segundo a empresa. O protagonista mais conhecido é o grupo de ativistas “Anonymous”, que atacou páginas de organizações que “boicotaram” o site WikiLeaks.

Menos spam
A McAfee afirmou que o nível de spam decresceu acentuadamente, especialmente na segunda metade do 4º trimestre. O volume de spam no final do ano era 62% inferior ao do começo de 2010.

Porém, a companhia afirmou que a redução no spam representa um simples período de transição, com diversas botnets – redes de computadores invadidos por hackers que agem de modo conjunto – entrando em repouso durante um período normalmente movimentado do ano.

Fonte:G1

Categorias:Novidades

Britânicos acessam redes sociais antes de dormir

Facebook Os britânicos estão substituindo a leitura de livros antes de dormir pelo acesso aos seus perfis em redes sociais. Segundo uma pesquisa encomendada pela empresa “Travelodge”, 72% dos britânicos conferem as atualizações de seus amigos no Facebook antes de dormir.

O levantamento, que ouviu 6 mil pessoas, também revelou que 18% desses usuários enviam, diariamente, um tuíte de “boa noite” para seus seguidores. O tempo médio gasto pelos britânicos nas redes sociais enquanto estão na cama é de 16 minutos.

Porém, a atividade pode afetar o sono dos internautas. Segundo o médico especialista Michael Hastings, a luz emitida pela tela do computador atrasa a disposição do corpo e do cérebro para dormir.

A pesquisa também descobriu que os britânicos fazem suas compras semanais pela internet enquanto estão na cama. Um em cada 10 adultos resolve alguma conta pendente e 35% acompanham as últimas fofocas de celebridades antes de dormir.

Ainda conforme o levantamento, 84% dos entrevistados agora usam seu aparelho celular como despertador.

Fonte: G1

Categorias:Novidades

Windows faz 25 anos como líder do presente, mas ainda sem pé no futuro

Sistema operacional da Microsoft está presente em 90% dos computadores.
Empresa segue atrás de rivais na internet móvel, com celulares e tablets.

Leopoldo Godoy Do G1, em São Paulo

Windows 3.1Em uma época na qual os PCs para uso profissional tinham, em média, cerca de 0,1% da potência de uma máquina doméstica vendida por cerca de R$ 1 mil hoje em dia, decidir desperdiçar poder de processamento com firulas como gráficos e ícones parecia uma aposta insensata.

A Apple, que havia embarcado nesse caminho, parecia caminhar para o mercado de nicho. Enquanto isso, a plataforma PC, criada pela IBM, transformava em padrão comandos de texto como “dir”, “cd..”, “copy”, do sistema operacional DOS. Por que então a empresa de Bill Gates, dona do DOS, decidiria gastar tempo – e dinheiro – em algo que, em princípio, servia para deixar o computador mais lento?

Vinte e cinco anos depois da chegada ao mercado de sua primeira versão, que aconteceu em 20 de novembro de 1985, o Windows está presente em mais de 90% dos computadores pessoais do mundo. Nesse período, o programa deixou de ser uma extensão do DOS – como foi até o surgimento do Windows 95 – para se transformar em um sistema operacional completo.

Mais: ao entender que os computadores iriam se desenvolver até o ponto em que a exibição de gráficos seria algo trivial, e que era mais importante facilitar o uso do que investir em potência, a Microsoft conseguiu democratizar o uso do PC.

O ambiente gráfico, é claro, não foi invenção da empresa de Bill Gates. Nem mesmo da Apple de Steve Jobs, que, com o Lisa, já utilizava o conceito de ícones para representar arquivos e programas. No DNA de ambos os sistemas está o NLS, programa desenvolvido em meados dos anos 60 pelo pioneiro da computação Douglas Engelbart.

Douglas Engelbart, pai do mouse e avô do ambiente gráfico.Inspirado no Memex, máquina sonhada pelo também americano Vannevar Bush 20 anos antes, Engelbart queria usar os computadores para expandir a capacidade de pensamento do ser humano. Para acessar informações dispostas em uma tela, ele movimentava uma pequena caixa com botões e engrenagens.

Este primeiro mouse foi cair nos colos da Xerox, quando a empresa adquiriu toda a produção do laboratório de Engelbart – o Augmentation Research Center, parte do Stanford Research Institute  – como ponto de partida para pesquisas que buscavam entender como funcionariam os escritórios do futuro.

Com o mouse e a a semente do ambiente gráfico nas mãos, os pesquisadores do Xerox PARC – sigla para Palo Alto Research Center, nome do laboratório da empresa no coração do Vale do Silício, na Califórnia – criaram em 1973 um modelo que até hoje não foi substituído: a chamada “metáfora do desktop”. Ou seja: a tela do computador deveria imitar uma escrivaninha de trabalho, com reproduções digitais de equipamentos que já faziam parte do dia a dia do funcionário comum americano.

É por isso que, quando pensamos nos programas e funções mais básicas de um computador, pensamos em pastas, blocos de notas, relógios, agendas e calendários: tudo vindo de cima de nossas mesas de trabalho. A exceção é a lixeira, que normalmente fica no chão…

Laboratório da Xerox no Vale do Silício, nos anos 70.Há diversas versões de como o mouse e o ambiente gráfico, desprezados pela Xerox, foram reaparecer em produtos da Apple e da Microsoft. A mais popular é retratada no livro “Fogo no Vale”, de Paul Freiberger e Michael Swaine, que em 1999 foi adaptada para o cinema no filme “Piratas do Vale do Silício”. Steve Jobs compra o direito de pilhar as criações do PARC, e depois vê suas próprias versões do ambiente gráfico “inspirando” o produto da empresa de Bill Gates.

É ficção demais. A verdade é que tanto a Apple quanto a Microsoft recrutaram pesquisadores do PARC, que levaram com eles a cultura computacional que era discutida no laboratório da Xerox. A Apple, por exemplo, recrutou Alan Kay, gênio da usabilidade que advogava, já naquela época, que um computador deveria ser mais fácil de operar que uma televisão ou um forno de micro-ondas. O programador Lee Jay Lorenzen criou, para a Microsoft, um dos primeiros ambientes gráficos para DOS, o GSX, anos antes da companhia de Redmond lançar o primeiro Windows.

 

 

Futuro
O domínio da era do PC fez com que a Microsoft estivesse presente em 9 em cada 10 dos mais de 1 bilhão de computadores pessoais existentes em atividade atualmente, segundo dados da consultoria Gartner. A cada ano, cerca de 300 milhões de novos computadores com Windows são vendidos no mundo.

O mercado de PCs tradicionais, no entanto, já não cresce tanto quanto o de equipamentos mais simples e portáteis, como tablets e smartphones. Aparelhos com o iPhone, da Apple, e a família Android, do Google, fizeram a venda dos chamados celulares inteligentes dobrar entre 2009 e 2010, atingindo 80 milhões de unidades só no 3º trimestre deste ano. O mercado de tablets, praticamente reinventado pela Apple com o anúncio do iPad em janeiro, deverá ser de 55 milhões de unidades no próximo ano. A participação da Microsoft nestes dois setores? 3% e 0%, respectivamente.

Os sistemas Mac e Linux, que nunca incomodaram o Windows na disputa pelo usuário final, brigam pelo controle do mundo da internet móvel. A Apple, de quem a Microsoft tomou a liderança entre os sistemas operacionais no início dos anos 1980, não tem problema para vender os iPhones e iPads que é capaz de produzir. O Google Android, com pouco mais de dois anos de vida, já está presente em mais de 250 modelos de telefones e tablets.

Para se recuperar, a ex-maior empresa de tecnologia do mundo – superada em valor de mercado pela Apple em 2010 – decidiu começar do zero: tudo o que havia sido feito em sistemas operacionais para celulares foi para o lixo. Mas diferentemente da chegada do Windows 1.0, há 25 anos, a jogada da Microsoft não é lida como ousada, mas sim como necessária.

Fonte: G1

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Microsoft alerta para ataques ao Java na web

Ataques com applets Java superam ataques aos softwares da Adobe.
Falhas já estão corrigidas, mas usuários não atualizam o programa.

Gráfico da Microsoft mostra alta de ataques contra o Java, superando os ataques ao formato PDF.

Um especialista da Microsoft alertou para o que chamou de “uma onda de ataques ao Java sem precedentes”. Informações coletadas pela empresa sugerem que o Java é a tecnologia complementar mais atacada por sites maliciosos na web, superando inclusive o PDF e o plugin do Adobe Reader, que antes era o alvo mais comum dos criminosos.

Os hackers preferiram atacar três falhas existentes no Java. As vulnerabilidades já foram corrigidas, mas Holly Stewart, a especialista da segurança da Microsoft que fez a análise das estatísticas, observou que o Java é muito popular, mas fica invisível. “Como você sabe que tem o Java instalado ou se ele está habilitado?”

A única indicação de execução do Java é um ícone próximo ao relógio, que só aparece durante a execução de um applet – como são chamados os recursos do Java na web. Se o site visitado for malicioso, a aparição desse ícone significa que já é tarde demais.

A coluna Segurança para o PC do G1 tem recomendado a desativação do Java há algum tempo e criticado o recurso de atualização automática do Java e outros recursos da plataforma.

Stewart reconheceu que há uma dificuldade em detectar esse tipo de ataque. A maioria dos vendedores de antivírus se preocupa mais com as ameaças que ficam armazenadas no PC. Códigos maliciosos que exploram falhas de segurança não ficam na máquina – eles apenas são executados, instalam outros vírus e depois somem. É preciso uma análise específica dessa classe de vírus para que diferenças nos padrões de ataque sejam percebidas.

Na semana passada, o jornalista especializado em segurança Brian Krebs revelou a existência de um “kit de ataque” que explorava diversas falhas em navegadores para facilitar a instalação de pragas em páginas maliciosas ou infectadas. Krebs chamou o Java de “um presente para os desenvolvedores de códigos de ataque”.

Kit de ataque que explora falhas no Java pode ser comprado na web. Na foto, 70% dos usuários infectados foram vítimas de falhas no Java.Kit de ataque que explora falhas no Java pode ser comprado na web. Na foto, 77% dos usuários infectados foram vítimas de falhas no Java. (Foto: Reprodução)
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